Jornal O Estado de SP: obras de José Louzeiro reeditadas pela Prumo

Aracelli meu amor 2

Cinco livros do jornalista José Louzeiro (foto), conhecido por seus romances-reportagem, serão reeditados pela Prumo a partir deste mês. O primeiro será Aracelli, Meu Amor, sucesso dos anos 1980 sobre uma menina violentada e morta em Vitória em 1973. No segundo semestre sairá Os Amores da Pantera, que acompanha o caso do assassinato de Ângela Diniz e virou filme de Jece Valadão roteirizado pelo próprio autor.

Leia mais aqui

Anúncios

Olha os Seres falados no Estadinho!

Seres falados2

Saiu no dia 07 de janeiro no blog do Estadão, uma crítica muito bacana feita por Aryane Cararo.

Dê uma espiada aqui!

One Direction regrava Blondie para campanha de caridade

1DB24_001_118O grupo One Direction fez uma gravação do hino clássico do Blondie One Way Or Another para a campanha de 2013 de caridade Comic Relif – uma organização britânica que utiliza o riso para combater a miséria – e vão tocar a trilha na cobertura ao vivo da BBC do Red Nose Day, no dia 31 de março.

”Nós crescemos com a Comic Relief e participamos de muitos dias da Red Nose na escola, por isso ficamos emocionados de sermos convidados para fazer o Red Nose Day do ano”, o cantor Harry Styles, 18, disse. ”É uma honra para nós. Não podemos esperar para realizar a nossa versão desta canção pop icônica e levantar o dinheiro”, ele continuou.

Zayn Malik, companheiro de banda, entrou na conversa: ”na escola, o Red Nose Day era um grande negócio. Eu e meus amigos costumávamos ficar ansiosos com o dia!” A fundação anual do Comic Relief procura cantores e comediantes para arrecadar dinheiro para a caridade. Entre os artistas que já prestigiaram a iniciativa , estão: Cliff Richard, McFly, as Spice Girls, Girls Aloud, Boyzone, Sugababes e Westlife.

Fonte: Correio do Estado

Lucimar Mutarelli na Revista da Folha

Foi publicado neste domingo, 28, na Revista da Folha de SP, um bate-papo entre a jornalista Regiane Teixeira com a nossa querida Lucimar Mutarelli. Continuar lendo

Girls Like Us será adaptado para o cinema

Filme conta a vida de Carole King, Joni Mitchell e Carly Simon, e examina o impacto de suas carreiras para toda uma geração de novas artistas. Continuar lendo

Justin Bieber entra para o Guinness Book

Justin Bieber
R$24,90

Justin Bieber festeja mais uma conquista em sua curta carreira: vai entrar no Guinness Book, o livro dos recordes, por ser o artista que mais discos alcançaram o primeiro lugar nos rankings, antes de ter completado 18 anos.

O intérprete de Boyfriend teve uma carreira meteórica desde que seus vídeos caseiros apareceram no YouTube, mas seu grande apogeu conseguiu com os discos My World 2.0, Never say Never: The Remixes e Under the Mistletoe, que alcançaram o primeiro lugar no Billboard.

Por aqui no Brasil, a Prumo lançou três livros sobre o rapaz, dentre eles o Álbum Justin Bieber que alcançou o topo nas  listas de mais vendidos da Veja e outros veículos da mídia.

Fonte: TNonline

Integrante do One Direction é hospitalizado após o VMA

Zayn Malik, integrante da banda One Direction, foi hospitalizado em Los Angeles após machucar o pé durante as comemorações pelos prêmios que a banda recebeu no Video Music Awards na noite de quinta-feira (6). As informações são do site Contact Music.

O cantor, que, junto com os companheiros de banda, recebeu três troféus na premiação da MTV, foi fotografado saindo de um hospital de Los Angeles na sexta-feira (7). Ele mancava e estava com o pé enfaixado.

Malik e os outros integrantes do One Direction saíram para comemorar com Justin Bieber após a premiação. O cantor voltou para a Inglaterra no sábado (8) e foi visto no aeroporto de Los Angeles caminhando com a ajuda de muletas.
Fonte: Terra

Nelson de Oliveira troca de nome e estilo

Sozinho no deserto extremo
Luiz Bras
R$34,90

Sozinho no deserto extremo é o primeiro romance adulto de Luiz Bras.

Pela orelha do livro, sabe-se que o romancista estreante tem 44 anos, nasceu no Mato Grosso do Sul, é doutor em letras pela USP, adora animações e acredita em telepatias e universos paralelos. E que tem o rosto do escritor Nelson de Oliveira.

Talvez o mais correto fosse dizer que Nelson de Oliveira é que tem o rosto de Luiz Bras.

A troca de identidade começou em 2006. Oliveira, paulista de 46 anos, contava mais de dez anos de carreira e inúmeros prêmios literários quando foi acometido de cansaço criativo. Sentiu que nada mais tinha a dizer.

Deparou-se, então, com um dilema: ou pendurava as chuteiras ou criava um alter ego literário.

Seguiu por este caminho. A escolha de seu novo “eu” foi simples. Luiz vem de seu próprio nome, Nelson Luiz Garcia de Oliveira. Bras satisfez o seu desejo por um nome curto, sonoro e que fizesse referência ao Brasil.

Por quatro anos, os dois tentaram conviver sob uma regra rígida. Oliveira ficaria com a produção acadêmica e a organização de antologias; Bras, com a ficção.

Nesse período, Bras publicou livros de contos (“Paraíso Líquido”), crônicas (“Muitas Peles”) e infantis (“A Menina Vermelha”).

Oliveira ainda publicaria alguns títulos, inclusive o romance “Poeira: Demônios & Maldições”, mas, em meados de 2010, já era “coisa do passado”. “Até brinco que o Nelson de Oliveira se aposentou definitivamente e está gozando merecidas férias no Caribe”, conta ele.

FOCO NA TRAMA

Hoje, Bras não só aparece na capa dos livros. É assim que o escritor se identifica nos e-mails, no blog e na caixa postal do celular. Às vezes, por engano, até assina cheques e contratos como se fosse o alter ego.

A mulher e a filha ainda o chamam de Nelson (e de um apelido que não revela nem sob tortura), mas, para alguns amigos, Nelson já é Luiz.

“Eu fico treinando para não confundir os nomes”, conta o escritor Marcelino Freire. “Temos que respeitar o desejo dele. Eu brinco que é como o caso de um travesti: depois de toda a preparação, você não pode chamar a Pâmela de Paulão.”

“Sozinho no Deserto Extremo” foi a prova de fogo da troca de nome e resultou na vitória definitiva do alter ego.

Em termos literários, Oliveira e Bras são tão divergentes quanto o dr. Jekyll e o mr. Hyde do livro “O Médico e o Monstro”. Oliveira, influenciado pelo movimento concretista, priorizava os aspectos formais da linguagem. Bras, fã de ficção científica, preocupa-se, sobretudo, com o enredo dos livros.

“A simples mudança de nome teve um efeito que me impressionou. O Luiz virou a razão de ser da minha literatura”, diz.

No romance, o publicitário Davi acorda certa manhã e nota que está sozinho –em casa, na cidade e, talvez, no mundo.

Vagando por uma São Paulo devastada, enfrenta a sensação da “solidão concreta”.

O poeta francês Mallarmé, citado por Oliveira em “Poeira”, cede espaço para autores de ficção científica como Ray Bradbury e filmes como “O Sexto Sentido” (1999), “Os Outros” (2001) e “Vanilla Sky” (2001),

“A questão da trama para mim é hoje central. Não acredito mais na pura linguagem”, diz.

Após quase 45 anos com o nome antigo, o escritor quer seguir por esta tendência no segundo tempo de sua vida. Pelo menos até Oliveira resolver voltar do Caribe.

Fonte: Folha de São Paulo